Love is a losing game. E é com essas palavras que eu acordo numa manhã nublada, com passarinhos cantando ao estilo Cinderella, mas sem cantorias sem sentido ou beijos de bom dia de um príncipe encantado. Só acordo, numa manhã qualquer em que eu não tenha dormido.
Love is a losing game. É um jogo realmente, onde se perde (e muito), mas também se ganha. Perde-se o juízo, toda a autoconfiança, o orgulho, a dignidade. Onde todas as couraças protetoras vão por água abaixo e nos permitimos a chance de ganhar - chance essa, que ainda não tive tempo de conversar direito, não fomos apresentadas.
O amor é o sentimento mais filho da puta que existe - todos nós sabemos-, mas o infeliz do “gostar” também não fica muito atrás – ‘amor’ e ‘afeição’ deveriam ser como tickets... Se eu te der o meu, tenho direito ao teu também. Sem mais lágrimas, como um shampoo Johnson infantil. Mas as lágrimas não param: quando não são de alegria, são de qualquer outra coisa ruim. De insegurança, de tristeza, de derrota, de desilusão. E elas lavam a alma, mas também nos fazem sentir saudade da couraça. Assim como eu sinto falta da minha.


1 comentários:
Ai sua linda .-. que profuuundo *--* Love REALLY is a losing game... You always loose somethin.
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